quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Jô Soares - Assassinatos na Academia Brasileira de Letras
O romance de Jô Soares, Assassinatos na Academia Brasileira de Letras, é, sem dúvida alguma, um livro excepcional, indispensável e essencial para todos os admiradores de um bom romance policial inteligente. O livro lhe mantém na trama do inicio ao fim, ele lhe faz delirar, sobre os escritos do excelentíssimo Jô Soares, até o Rio de Janeiro da década de 20. É o tipo de livro no qual você não consegue ficar sem lê-lo, você precisa, você sente a necessidade de saber o que acontecerá no próximo capítulo.
O livro conta com 252 páginas, que "devorei" em seis dias, seis dias de leitura assídua, seis dias que valeram muita a pena. Foi o primeiro, o primeiro de muitos livros que ainda lerei do Jô. O meu próximo do Jô será o O homem que matou Getúlio Vargas, que parece ser, sem sombra de dúvidas, excepcional, de longe.
O livro Assassinatos na Academia Brasileira de Letras é facilmente encontrado nas melhores livrarias, por um preço bastante acessível. Este entrou para lista de melhores. A todos, a sugestão.
No mais, visitem:
http://www.assassinatosnaacademia.com.br/
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Autores - Caio F. Abreu
Tenho uma paixão em especial pelo Caio F. Abreu. Talvez seja pelo seu estilo literário, talvez pelos seus contos, talvez pela sua transmissível melancolia, ou, quem sabe, por sua discrepância. Eu também não sei, só sei que gosto muito dele.
O que posso relatar, no entanto, é que quando li Morangos Mofados, foi amor a primeira vista. É um livro incrível, seus contos são extraordinários, estupefatos e, acima de tudo, este livro me despertou alguns sentimentos, como a sensação melancolia. Eu adoro livros que me despertam sentimentos, seja ele qual for, é sempre bom.
Não houve sequer um conto que me decepcionasse. Alguns me chamavam mais a atenção que outros, mas todos, sem exceções, eram, como eu já disse, extraordinários. Para me tranqüilizar e me adaptar ao ambiente proposto pelo livro, eu estava sempre ouvindo Erik Satie, enquanto lia. Eu estava sempre em um desespero, um desespero agradável.
De todos os contos, dois, em especial, eu guardei e sempre guardarei em minha lembrança. O Pela Passagem de Uma Grande Dor e o O Dia em que Urano Entrou em Escorpião. Não consigo descrever em palavras a minha adoração por estes dois contos. Me sinto miseravelmente pequeno diante de tais. São de uma genialidade ímpar, uma discripância intelectual.
À Caio Fernando Abreu, toda minha adimiração.
- ao som de Erik Satie - Gymnopédie
O que posso relatar, no entanto, é que quando li Morangos Mofados, foi amor a primeira vista. É um livro incrível, seus contos são extraordinários, estupefatos e, acima de tudo, este livro me despertou alguns sentimentos, como a sensação melancolia. Eu adoro livros que me despertam sentimentos, seja ele qual for, é sempre bom.
Não houve sequer um conto que me decepcionasse. Alguns me chamavam mais a atenção que outros, mas todos, sem exceções, eram, como eu já disse, extraordinários. Para me tranqüilizar e me adaptar ao ambiente proposto pelo livro, eu estava sempre ouvindo Erik Satie, enquanto lia. Eu estava sempre em um desespero, um desespero agradável.
De todos os contos, dois, em especial, eu guardei e sempre guardarei em minha lembrança. O Pela Passagem de Uma Grande Dor e o O Dia em que Urano Entrou em Escorpião. Não consigo descrever em palavras a minha adoração por estes dois contos. Me sinto miseravelmente pequeno diante de tais. São de uma genialidade ímpar, uma discripância intelectual.
À Caio Fernando Abreu, toda minha adimiração.
- ao som de Erik Satie - Gymnopédie
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Quando eu ouço Chico...
...minhas pernas tremem, eu entro em transe, me desligo deste mundo, é como uma alucinação causada pelo Yage, mas é mais profundo, mais gostoso, mais intenso, mais visceral.
Eu volto no tempo, eu enfrento a ditadura. O delírio de Chico afronta os meus mais adormecidos delírios. E eu gosto disso, é sério.
Nenhum músico, nenhum compositor, nenhum autor consegue ser tão perfeccionista como Chico. Ele é único. Ainda tenho alucinações quando ouço a Construção, ainda fico eufórico quando ouço a Apesar de Você. São coisas que só o grande Chico Buarque sabe fazer.
Eu volto no tempo, eu enfrento a ditadura. O delírio de Chico afronta os meus mais adormecidos delírios. E eu gosto disso, é sério.
Nenhum músico, nenhum compositor, nenhum autor consegue ser tão perfeccionista como Chico. Ele é único. Ainda tenho alucinações quando ouço a Construção, ainda fico eufórico quando ouço a Apesar de Você. São coisas que só o grande Chico Buarque sabe fazer.
Teatro: Meu caro amigo
Musical com a obra de Chico Buarque
Conta a história de Norma, uma professora de História que, desde os 10 anos, coexiste com fatos, fotos e discos de Chico Buarque. Durante o espetáculo, ela revela como nasceu a grande admiração pelo artista, além de cantar seus grandes clássicos.
Data e hora: 14/10 às 20h
Ingressos: R$ 15,00
Classificação: 12 anos
Ficha Técnica:
Texto: Felipe Barenco
Direção: Joana Lebreiro
Atriz: Kelzy Ecard
Direção musical: Marcelo Alonso Neves
Produção executiva: Camila Vidal e Chayanna Ferreira
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